Entrevista UBIFRANCE

So french so good! Ou o toque francês nos produtos gourmets.

Catherine Ferrão - 17-juil.-2014 15:50:13

Entrevista Christophe Monnier, Chefe do Departamento Produtos e Segmentos Alimentícios da UBIFRANCE Com a França sendo o reino da gastronomia, a cultura das papilas irradia mundialmente no plano econômico. O setor de produtos gourmets francês representa 7 bilhões de euros, engloba 250 categorias, ou seja, 16% do total das exportações agrícolas e alimentícias francesas. E 1.200 empresas, das quais 90% são PME’s, dedicam-se à exportação. O que torna os produtos franceses tão atrativos? Christophe Monnier, expert do setor gastronomia da UBIFRANCE, diz tratar-se de um segmento dinâmico, com uma linha de produtos gourmets ampla e diversificada. Panificação-confeitaria, bolachas, chocolates e queijos especiais são as principais categorias de produtos exportados. A França distingue-se em duas frentes:    -    Respeito absoluto pelo sabor, autenticidade e tradição do «terroir français». Cada produto é único, com sua história própria, sua comercialização adaptada. Sensibilização profunda dos profissionais em relação aos problemas de saúde e ambiental. Os produtos gourmets franceses são cuidadosamente preparados respeitando-se a rastreabilidade, coferindo às marcas francesas confiança e reconhecimento no mundo inteiro. Grandes nomes do setor gastronômico francês: Valrhona (chocolates de alta qualidade), Rougié (célebre foie gras francês), Bridor (panificação francesa), Boirons (frutas e legumes, geleias) e inúmeras outras empresas francesas são extremamente atuantes e empenham-se em sê-lo cada vez mais, para servir uma clientela internacional exigente. O departamento de Christophe Monnier assessora todos os anos mais de 800 empresas na realização de missões de prospecção, no âmbito de programas como «Saveurs de France», através dos quais os exportadores franceses ganham visibilidade em novos mercados: América Latina ou Ásia, ali expondo seu know-how. É a oportunidade para que os importadores e contatos locais encontrem as empresas francesas por ocasião de reuniões nas quais os participantes são cuidadosamente selecionados para maximizar as chances de sucesso. Os fornecedores franceses de produtos gourmets dão maior ênfase ao mercado francês e zonas francófonas. No entanto, foi difícil crescer em 2013 em países como a Suíça (0,4%) e a Bélgica (4,2%), cujas oportunidades estão relativamente saturadas. Incentivadas pela emigração em Londres, as empresas francesas mais intrépidas atravessaram o Canal da Mancha, incrementando o crescimento do setor de produtos gourmets no Reino Unido (8.9%). As empresas inovadoras, por sua vez, foram além destes mercados tradicionais, lá onde os índices de crescimento atingem dois dígitos: Áustria (17,1%), Rússia (13,5%). Na realidade, quanto mais longe os exportadores vão, mais eles são recompensados. Na Ásia, os índices de crescimentos explodiram: China 33.3 %, Singapura 14,3%, Hong Kong 12,8%. Segundo Christophe Monnier, as três prestigiosas vitrines dos talentos franceses são: o SIAL e o EUROPAIN , por um lado, conhecidos por serem espaços onde ocorrem as transações, em particular de produtos de consumo. O Sommet Cuisine no SIRHA em Lyon, por outro lado, evento culinário de vanguarda, pois todo o know-how francês da gastronomia encontra-se mobilizado para uma experiência cada vez mais excepcional em um espaço de 40.000 metros quadrados. Este evento é conta com o prestigioso prêmio "Bocuse dOr", concurso de cozinha disputado entre os chefs mais renomados do mundo, representando seus países respectivos. Premia-se a excelência criativa, os ingredientes fabulosos e o talento culinário! Para mais informações sobre as empresas francesas, consulte o anuário YOU BUY FRANCE em ubifrance.com: > Panificação, alimentação fina , confeitaria e diversos produtos gourmets e gastron ômicos


A França abre caminho para o e-commerce!

Catherine Ferrão - 11-juil.-2014 16:16:08

Entrevista de: Alain Cimaz, Chefe de projeto e-commerce - UBIFRANCE Paris Se todos ou quase todos nós somos, individualmente, adeptos do e-commerce (e não estou falando daqueles que são viciados), ainda assim temos plenamente consciência da formidável alavanca que a internet representa para as empresas?   Você sabia que, em 2013, o setor do e-commerce faturou 51,1 bilhões na França? E esta tendência se acelera com a internet banda larga, em alta de 13,5% no ano passado. Paralelamente, a atividade dos pontos de venda tradicionais está em baixa. O e-commerce francês não é apenas um fenômeno nacional, ele é também europeu: os consumidores mais experientes se dedicam a comparações online antes de comprar, seja passagens de trem, artigos de moda, livros ou filmes para download. Idem para ingressos de shows ou qualquer outro produto: eletrônicos, férias... Não tenhamos medo de admitir que o e-commerce é na França um mercado maduro, bem como no Reino Unido e na Escandinávia, sem deixar de lado os cibermercados do sul da Europa, em alta expressiva.   Números impressionantes, sobretudo na época do Natal! O consumidor online francês gasta em média 1.400 € por ano em compras pela internet. É que a escolha é grande: são 138.000 sites de venda para atender 33,7 milhões de compradores, cada qual surfando na internet por razões bem específicas, buscando satisfazer suas necessidades segundo seus próprios critérios, extremamente personalizados. Como prova deste sucesso: o índice de crescimento do mercado do e-commerce na França: 17% em 2013, somado a uma alta de 5% no número de compradores. O frenesi do Natal explica em parte o sucesso financeiro de diversos sites de e–commerce (faturamento de 10 bilhões em dezembro de 2013).   Os melhores sites franceses de e-commerce se voltam para o internacional 15% dos sites franceses de e-commerce possuem uma atividade internacional e realizam, em média, 10% de suas vendas no exterior. Os sites que fazem realmente sucesso fora do mercado francês faturam mais de 10 milhões de € e possuem um potencial de crescimento que pode chegar a 20% do seu faturamento global. Em 2013, os campeões franceses do e-commerce foram Vente Privée (1,6 bilhão de € de faturamento), Showroom Privé (350 milhões de €), Sarenza (150 milhões de €, 29 países clientes) e Spartoo (130 milhões de €, 20 países clientes na Europa).   Estratégias cross canal Empresas tradicionais como Darty, Auchan e, até mesmo, Air France compreenderam há muito tempo a grande importância de se criar sites de venda online. Razão pela qual desenvolveram a venda multicanal «do virtual ao PDV (ponto de venda)», ou seja, da vitrine na internet à venda nas lojas. Opodo e Go Voyages, no setor do turismo, fazem a mesma coisa. Quanto à SNCF-Voyages, elacomercializa, além das viagens de trem (viagens pela França, Europa e para fora da Europa), locação de veículos e reserva de hotéis. No B2B, o setor de suprimentos também é muito ativo na internet, com a Bruneau e a Viking, e também a Manutan que vende suprimentos e material de escritório.   Em uma palavra, o e-commerce é um trunfo formidável para aumentar suas vendas internacionalmente.   Quais são as regras do jogo em relação aos smartphones? Os smartphones estão atualmente em todas as mãos. Várias empresas francesas também veem nisso uma oportunidade de internacionalização. No entanto, elas estão conscientes dos entraves locais e os conhecem bem: enquadramento na legislação do consumidor local, necessidade de oferecer um conteúdo multilíngue e, sobretudo uma ergonomia sema falhas, além de ter que atualizar e enriquecer sua oferta permanentemente. A taxa de transformação média do e-commerce é de 2,5%. Mas isso é apenas o início, já que estes novos comerciantes especializados no e-commerce adaptam-se continuamente para atender uma clientela impaciente e exigente. O comprador online exige, de fato, soluções simples e práticas de pagamento, totalmente seguras, através de cartão de crédito ou do sistema Paypal . Além disso, ele quer que a legislação da comunidade europeia seja totalmente respeitada, especialmente em matéria de reembolso.   Você pode ter contato com nossas empresas de e-commerce : No Brasil, nos dias 6 e 7 de outubro, por ocasião das rodadas de negócios dedicadas a vendas privadas.


Cidade sustentável: Vivapolis reinventa as cidades do futuro

Catherine Ferrão - 28-mai-2014 16:50:14

Entrevista de Caroline Olivier, Chefe de projeto Meio Ambiente – UBIFRANCE Imaginar a cidade de amanhã, a cidade sustentável, esse é o desafio diário pelo qual passam inúmeras empresas francesas, reunidas agora sob a bandeira Vivapolis. O know-how das empresas francesas no assunto é, inclusive, muito solicitado. Atualmente, as cidades do mundo estão em busca de expertises muito precisas para desenvolver-se, renovar-se, reinventar-se. E desse ponto de vista, na França não faltam grandes campeões: Bouygues, Vinci, Eiffage, Alstom, Veolia, Egis. Sem falar das inúmeras PME’s e Empresas de Porte Intermediário francesas que se implantaram em mercados de nicho e que desenvolveram tecnologias de ponta para atender aos desafios de amanhã. Lançada por iniciativa poderes públicos franceses, a marca Vivapolis reúne a expertise das empresas francesas para oferecer uma resposta completa às necessidades das cidades mundiais. « É sempre mais fácil juntar-se sob um nome que todo mundo reconhece», comenta Caroline Olivier, chefe de projeto Meio Ambiente da Ubifrance. As empresas francesas atuantes no segmento da cidade sustentável foram convocadas: 70 delas já decidiram unir-se sob a bandeira Vivapolis. Um know-how certificado As demonstrações do seu know-how são numerosas: Grande Paris, Grande Lyon, Marselha Euro Méditerranée, Comunidade Urbana de Bordeaux, além de várias outras. Nesses grandes canteiros urbanos, as problemáticas são múltiplas: mobilidade, gestão da energia, poluição… A ambição compartilhada por seus projetos urbanos consiste em melhorar a qualidade de vida e a coesão social em seu seio para torná-las mais atrativas. Grandes projetos foram realizados a fim de responder a essas questões. Difícil não pensar no sistema Auto-Lib implantado em Paris para reduzir o tráfego no centro da cidade com a oferta de transporte elétrico não poluente. O vasto canteiro «Bordeaux Euratlantique» é igualmente revelador da extensão do campo de ação da associação francesa. Composto essencialmente por eco-bairros, o projeto alia eficiência energética, reciclagem da água e integra a criação de uma central solar. Uma expertise solicitada internacionalmente Vivapolis internacionaliza-se. Encontramos sua marca especialmente no Marrocos, onde os poderes públicos pretendem beneficiar-se do know-how francês para erguer a nova cidade de Chrafat na região de Tanger-Tétouan. «Eles recorreram aos franceses para assessorá-los na realização deste projeto ambicioso», acrescenta Caroline Olivier. A mesma coisa ocorreu na Turquia, país que conta com a população mais jovem da Europa. As autoridades turcas esperam que as empresas francesas lhes ajudem a melhor inseri-las no tecido urbano que não para de crescer. Quanto à China, seus projetos gigantescos necessitam da chegada de uma oferta global. No decorrer dos 10 últimos anos, a França já realizou mais de 200 projetos em cerca de cinquenta cidades chinesas. Um eco-bairro francês também surgirá no distrito de Tiexi em Shenyang. Além disso, a Alstom e sua joint venture Satee também venceram uma concorrência de um montante de 75 milhões de euros para o fornecimento de material de tração para mais de 550 carros das linhas 3 e 4 do metrô de Chengdu, 5ª cidade do país. Para Caroline Olivier, «Vivapolis reúne um grupo de empresas francesas do setor da cidade sustentável» que atendem plenamente às questões da urbanização dos países emergentes e renovação das megalópoles mundiais. E brevemente, a França irá ainda mais longe e inovará propondo aos executivos estrangeiros um simulador da cidade sustentável 3D que permitirá visualizar as hipóteses de desenvolvimento propostas pela oferta francesa reunida e integrada em uma mesma ferramenta de auxílio à decisão que recorre às tecnologias mais recentes. Trata-se de representar uma maquete virtual de um bairro ou de uma cidade. Este simulador encontra-se atualmente em fase de teste em duas cidades: Astana e Santiago.   Para maiores informações: Vivapolis: a criatividade francesa em prol das cidades Vivapolis: a cidade sustentável à francesa Cidade sustentável: empresas francesas do setor    


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  Richard Gomes - Diretor Business França América Latina. Depois de completar seu VIA no Brasil em 1996, Richard Gomes ocupou vários cargos de Direção no setor das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na França, Portugal e Califórnia. Ele liderou o departamento de Novas Tecnologias, Inovação e Serviços em Ubifrance, em Paris, de 2009 a 2012 e foi Diretor de Negócios França-Península Ibérica de 2012 a 2017, antes de retornar ao Brasil em setembro de 2017. Sua experiência em TIC, bem como seu bom conhecimento sobre o ambiente tecnológico francês e americano, permitiram que ele fosse eleito entre as 100 personalidades digitais na França pela revista 01Informatique (novembro de 2010). Richard possui um DESS em Bancos e finanças e mestrado em economia e finanças internacionais pela

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